Nesses últimos dias, o Espírito Santo tem despertado a Igreja a um encontro total com Deus. Isso tem gerado em toda a terra um desejo profundo de experimentar mais intimidade com o Pai. São multidões em busca do resgate e os crentes, sendo restaurados, vivendo a nova vida em Jesus numa experiência de uma fé renovada e avivada dia a dia, tendo como alvo alcançar multidões e cuidar bem delas. Um dos instrumentos deste avivamento é exatamente o louvor e a adoração que expressa em músicas, cantos e danças a sede do coração do ser humano por mais de Deus e a alegria de estar na Sua presença. Do mesmo modo o coração de Deus nos é revelado em canções e gestos dançantes que nos envolvem com Seu amor cada vez que nos colocamos diante d’Ele em louvor e adoração.
No contexto de restauração da intimidade e espontaneidade na presença de Deus nos deparamos com uma rua de mão dupla, em que o Pai deseja satisfazer todas as nossas necessidades na Sua presença, tanto quanto deseja nossas expressões de louvor e gratidão.
A vinda do reino de Deus até a este mundo é assinalada pela restauração da alegria e do louvor da parte do Seu povo e de toda a Sua criação, louvor este que deve se originar numa alegria franca e na presença remidora do nosso Salvador. Assim, surgiu de uma palavra transmitida em nossa comunidade por um de nossos líderes profetas, o grupo Eleonai. Por meio dele louvamos a Deus com danças a Sua santidade, o Seu infinito Poder criador e a redenção do ser humano por meio do Seu Filho, Jesus Cristo. Estamos a todo o momento aprendendo a buscar mais a face do Senhor. Até as crianças, vêem neste mover, a necessidade de louvar a Deus, mesmo na sua forma mais inocente. Davi, como rei que era, se despiu de todo o orgulho e ainda ensinou a Israel a adorar em todos os níveis – com novos cânticos, novos instrumentos, com danças e novas expressões de louvor. Sua humildade de coração provocou uma resposta imediata do Espírito Santo de Deus através da alegria e do júbilo que invadiu todo o Israel.
Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido duma estola sacerdotal de linho. Assim, Davi com todo Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo, e ao som de trombetas. (II Samuel 6:14-15.) Da mesma forma estamos aprendendo a adorar a Deus. Com a liberdade e simplicidade que tanto almejamos. Não somos “o grupo de dança”, ou “o ministério”. Somos apenas adoradores e adoradoras que se expressam em forma de dança o nosso louvor a adoração ao único Deus. Não importam os holofotes ou os palcos. Nos interessa a adoração que brota dentro de nós!
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